domingo, 27 de novembro de 2011

Ode à saudade

Um dia me pediste uma flor
a flor mais simples que há
que floresce sem nenhum pudor
e se alimenta do brilho do olhar
As suas raízes são como espinhos
cravados nas profundezas da alma
extraída com alívio extremo
e entregue aos seus cuidados sem medo
para admirar com calma
e sem querer contestar
quando a mim quisestes devolver
o lugar que havia já não há
e outra opção não resta
além das raízes novamente cravar
Mas peço que não se distancie
este pedaço ainda é meu
e me enfraquece a sua ausência

4 comentários:

  1. Descobrindo um poeta *.*

    Não sou tão boa nos comentários quanto você, mas tudo bem. Fico em silêncio admirando tuas palavras!

    Beijos, Sr. VIP ;D

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  2. Vai treinando, que, quando eu escrever tão bem quanto você, vou querer comentários tão bons quanto os meus!!!!

    Beijo!!!

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  3. Poesia é coisa de viadinho!!!hehehhehe!!!

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  4. É verdade!! Por isso que é bom pôr pra fora logo, antes que contamine!! Viadagem é coisa que dá e passa!! aUwhUAHWauWHuAW

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